Houve dias em que
Tudo o que desejava
Era mais um instante,
Um beijo, um abraço.
Morrer em teus braços.
Depois veio a dor
E, junto dela,
A vontade de te esquecer,
Voltar a viver.
Houve silêncio entre nós.
Mas não esquecimento,
Pois certas coisas que acontecem
Passam a viver dentro de nós
E simplesmente não podemos
Nos separar mais delas.
São como trilhas,
Que não podem ser fechadas
Ou esquecidas
Pelas ondas do tempo.
Hoje não podemos mais viver
Aquilo que o tempo nos tomou,
Mas sempre há a chance
De escolher novos caminhos.
Pois recomeços,
Mais que coincidências
Ou caprichos do destino,
São uma chance
Que só depende de nós...
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15.12.18
7.5.10
Ontem fui ao velório da bachian de um amigo meu. Foi uma partida bem tranqüila, dormindo em casa.
Olhando pro semblante sereno dela, depois dos 97 anos de vida bem vivida percebi que, se der o azar de chegar a tanto, ainda não estou nem no primeiro terço da jornada...
Aff, alguém puxe a cordinha por favor, que eu quero descer...
Olhando pro semblante sereno dela, depois dos 97 anos de vida bem vivida percebi que, se der o azar de chegar a tanto, ainda não estou nem no primeiro terço da jornada...
Aff, alguém puxe a cordinha por favor, que eu quero descer...
2.3.10
Purgatório
Voar e um tipo de provação divina. Duzentas e tantas pessoas confinadas num espaço ínfimo, por 10 hora ou mais, tendo que comer, dormir, sentar, andar, assistir tv, tentar passar o tempo de alguma maneira menos sofrida e torcendo para chegar logo no destino final...
Não me considero uma pessoa invejosa, mas depois das 3 e tantas da manhã, sem conseguir dormir, é difícil não ficar bolado com o camarada ao lado que dorme o sono dos justos há mais de 5 horas ininterruptas.
Nada como o sofrimento que purifica e precede a redenção de uma boa viagem...
Não me considero uma pessoa invejosa, mas depois das 3 e tantas da manhã, sem conseguir dormir, é difícil não ficar bolado com o camarada ao lado que dorme o sono dos justos há mais de 5 horas ininterruptas.
Nada como o sofrimento que purifica e precede a redenção de uma boa viagem...
23.10.09
Semaninha braba...
Comom se não bastasse toda a confa da Maior, mais duas desgraças pra complementar a semana....
Quarta-feira, chegando no primeiro aniversário do Pedrão, já a 15 metros da porta vem um vagabundo de moto, enfia o berro na minha cara e leva minha mochila, com notebook, mouse, caderno, caneta, fone, chaves de casa e da agência e tudo mais, isso sem falar no relógio... Na hora quase tive um impulso suicida de jogar a mala na cara dele e partir pra ignorância, mas acabei me contendo. Não sei o que é pior, o assalto em si ou as noites mal dormidas na seqüência, remoendo o ocorrido. Esse país é mesmo uma merda. Mas pior que o lado material foi o trampo que aqcabou indo junto que, pela movimentação que causou no cliente pode ainda dar em problemas piores.
Quinta-feira partiu dessa para uma bem melhor a bachian da Cris. Bem verdade que ela já estava bem fraquinha, fazendo hora extra, mas que já passou por isso bem sabe qual é a sensação de perder as origens. Que esteja em paz...
Agora, pra salvar a inglória semana só a Homer Trip que começa no domingão. Que venham los manichos!!!
Quarta-feira, chegando no primeiro aniversário do Pedrão, já a 15 metros da porta vem um vagabundo de moto, enfia o berro na minha cara e leva minha mochila, com notebook, mouse, caderno, caneta, fone, chaves de casa e da agência e tudo mais, isso sem falar no relógio... Na hora quase tive um impulso suicida de jogar a mala na cara dele e partir pra ignorância, mas acabei me contendo. Não sei o que é pior, o assalto em si ou as noites mal dormidas na seqüência, remoendo o ocorrido. Esse país é mesmo uma merda. Mas pior que o lado material foi o trampo que aqcabou indo junto que, pela movimentação que causou no cliente pode ainda dar em problemas piores.
Quinta-feira partiu dessa para uma bem melhor a bachian da Cris. Bem verdade que ela já estava bem fraquinha, fazendo hora extra, mas que já passou por isso bem sabe qual é a sensação de perder as origens. Que esteja em paz...
Agora, pra salvar a inglória semana só a Homer Trip que começa no domingão. Que venham los manichos!!!
19.12.08
Só sei que foi assim...
12o TP - Pilo vs. Eu
Pilo: All in (43 fichas, num cacife de 65)
Eu: Check (pegando 2 emprestadas do Nacca), já contando com a vitória
Pilo: 9+9
Eu: A+A (olhando pra cara de espanto do Hobbit)
Flop: 7, 10, 8 (Caceta, fudeu, duas pontas...)
Turn: XX (agora vai!!! 12 cartas pra ele ganhar, 32 pra eu levar)
River: 6 de Ouros...
E Pilo leva, com um Baiano Espírita daqueles, bem fortes, de terreiro que, se não garantiu, ajudou em muito seu tetracampeonato...
Um dia me recupero do baque.
Pilo: All in (43 fichas, num cacife de 65)
Eu: Check (pegando 2 emprestadas do Nacca), já contando com a vitória
Pilo: 9+9
Eu: A+A (olhando pra cara de espanto do Hobbit)
Flop: 7, 10, 8 (Caceta, fudeu, duas pontas...)
Turn: XX (agora vai!!! 12 cartas pra ele ganhar, 32 pra eu levar)
River: 6 de Ouros...
E Pilo leva, com um Baiano Espírita daqueles, bem fortes, de terreiro que, se não garantiu, ajudou em muito seu tetracampeonato...
Um dia me recupero do baque.
5.11.08
Alguém por aqui se lembra disso?
Não dá pra negar que rola uma certa nostalgia ao lembrar dessa época, quando tudo o que eu podia fazer pra mexer num computador era ir na casa de alguém pra jogar Campo Minado ou Paciência.
É, o tempo passa mesmo...
Não dá pra negar que rola uma certa nostalgia ao lembrar dessa época, quando tudo o que eu podia fazer pra mexer num computador era ir na casa de alguém pra jogar Campo Minado ou Paciência.
É, o tempo passa mesmo...
2.11.08
Nada mais de esporte por hoje, por favor...
Depois de comemorar o campeonato que não rolou, por conta da ultrapassagem que não vimos, bem debaixo de nossos narizes, nada pior que estar preso no trânsito com o carcamano, na volta do autódromo, enquanto os Porcos desenterravam uma vitória espírita sobre o Peixe...
15.10.08
15.9.08
Pra ter malandro tem que ter trouxa
De repente, num bar, nom meio da partida de xadrez:
Caixa: - Porra achei que você conhecia o cara...
Garçom 1: - Eu não, quem mandou você dar a grana pra ele?
Garçom 2: - Isso é grupo...
1 malandro com papo mole
+
1 garrafa de Red
+
1 cheque de 200 paus
=
1 caixa e N garçons com cara de bunda
+
100 paus em grana a menos no caixa
Só sei que foi assim...
Caixa: - Porra achei que você conhecia o cara...
Garçom 1: - Eu não, quem mandou você dar a grana pra ele?
Garçom 2: - Isso é grupo...
1 malandro com papo mole
+
1 garrafa de Red
+
1 cheque de 200 paus
=
1 caixa e N garçons com cara de bunda
+
100 paus em grana a menos no caixa
Só sei que foi assim...
10.5.08
Ci vediamo...
Teve um dia que, entre uma cerveja e outra, tivemos essa idéia. No começo parecia fantasia, quase uma brincadeira de dois quase-ex-moleques, que recebiam, se não tão diretamente quanto esperavam, o apoio daqueles que estavam desde sempre por perto e que, mesmo não entendendo direito o porquê de trocar o certo pelo duvidoso, nunca questionaram ou duvidaram. Pelo menos não abertamente.
Eles acreditaram, nós fizemos (e continuamos fazendo) mas, infelizmente, hoje um deles se foi, como não poderia deixar de ser, e não vai mais poder, pelo menos daqui, nos dar a força que sempre deu e que, mesmo não estando sempre por perto, nos dava a segurança de saber onde encostar quando desse aquela vontade de bater um papo, dar risada e comer uma boa comida...
Falando em comida, ainda espero aquela lazanha, se não pelas tuas, pelas mãos dos teus... Enquanto espero, espero que faças um boa viagem.
Eles acreditaram, nós fizemos (e continuamos fazendo) mas, infelizmente, hoje um deles se foi, como não poderia deixar de ser, e não vai mais poder, pelo menos daqui, nos dar a força que sempre deu e que, mesmo não estando sempre por perto, nos dava a segurança de saber onde encostar quando desse aquela vontade de bater um papo, dar risada e comer uma boa comida...
Falando em comida, ainda espero aquela lazanha, se não pelas tuas, pelas mãos dos teus... Enquanto espero, espero que faças um boa viagem.
10.9.07
Dúvidas
Será que é isso mesmo? Depois de tão pouco tempo, que por vezes parece tanto e por outras parece realmente nada, será que é desse jeito que as coisas vão terminar?
Rogo que não, me esforço para que não e até abro mão de certas coisas mas, observando os sinais, me parece difícil continuar acreditando.
Tem dias em que eu acho que seria melhor não ter saído de casa. Tem outros em que eu tenho certeza disso...
"As vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos tão certo
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais.
Faríamos florestas de desertos
E diamantes de pedaços de vidro"
Rogo que não, me esforço para que não e até abro mão de certas coisas mas, observando os sinais, me parece difícil continuar acreditando.
Tem dias em que eu acho que seria melhor não ter saído de casa. Tem outros em que eu tenho certeza disso...
"As vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos tão certo
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais.
Faríamos florestas de desertos
E diamantes de pedaços de vidro"
10.6.07
Um dia a casa cai
Ninguém é perfeito.
Às vezes meto os pés pelas mãos.
Nunca se deve tomar decisões de cabeça quente.
É verdade, não dá pra evitar. De vez em quando a gente caga na alça do penico e, pior que ter que ficar olhando e lembrando da merda é ter que arregaçar as mangas e tentar limpar o estrago. O duro é pensar que tem coisas que simplesmente não têm como serem consertadas... Mas, e os motivos pra isso tudo, onde mesmo que eles ficam?
Tudo bem, pisei na bola. Feio. Mas será que isso significa passagem só de ida pro inferno? E, pior ainda, será que dá aos outros o direito de fazerem o mesmo?
O ser humano é um bicho esquisito demais. Como Erwin gosta de dizer, e cada vez mais me alinho a ele nesse pensamento, um dia Ele vai perceber que a humanidade simplesmente não passa de um erro...
Às vezes meto os pés pelas mãos.
Nunca se deve tomar decisões de cabeça quente.
É verdade, não dá pra evitar. De vez em quando a gente caga na alça do penico e, pior que ter que ficar olhando e lembrando da merda é ter que arregaçar as mangas e tentar limpar o estrago. O duro é pensar que tem coisas que simplesmente não têm como serem consertadas... Mas, e os motivos pra isso tudo, onde mesmo que eles ficam?
Tudo bem, pisei na bola. Feio. Mas será que isso significa passagem só de ida pro inferno? E, pior ainda, será que dá aos outros o direito de fazerem o mesmo?
O ser humano é um bicho esquisito demais. Como Erwin gosta de dizer, e cada vez mais me alinho a ele nesse pensamento, um dia Ele vai perceber que a humanidade simplesmente não passa de um erro...
17.5.07
Bitter Sweet
Nada como uma boa briga, só pra começar BEM o dia...
Será que estou procurando motivos para brigar?
Ou será que são eles que andam em meu encalço?
Quando alguém descobrir, por favor me avise....
Depois de um post como o deontem anteontem (mas, pensando bem, agora acho que deveria ser anti-ontem), chega a parecer uma daquelas finíssimas ironias britânicas mas, juro, não foi proposital, o post realmente já estava lá hoje pela manhã.
Às vezes fico me perguntando se isso tudo acontece por acaso ou é apenas mais um joguete dos Deuses, brincando e se divertindo com suas marionetes...
"Nada acontece por acaso" falávamos já antes do começo e, nessas horas, não dá pra deixar de perguntar se não é, o acaso (ou a falta dele), nada mais que uma piada de mau gosto...
Será que estou procurando motivos para brigar?
Ou será que são eles que andam em meu encalço?
Quando alguém descobrir, por favor me avise....
Depois de um post como o de
Às vezes fico me perguntando se isso tudo acontece por acaso ou é apenas mais um joguete dos Deuses, brincando e se divertindo com suas marionetes...
"Nada acontece por acaso" falávamos já antes do começo e, nessas horas, não dá pra deixar de perguntar se não é, o acaso (ou a falta dele), nada mais que uma piada de mau gosto...
11.3.07
O mundo é bão Sebastião!
Por esses dias estive lendo o que tenho escrito por aqui e, como Akamine já bem percebera, parece que minha vidinha já está com água pelo nariz mas, continuo tentando insistir, isso não é bem verdade:
Nestes último finais de semana tenho passado momentos incríveis com a Baixinha. Cada vez mais esperta, ela anda assustando a todos em casa pela sua incrível percepção para as coisas que acontecem ao seu redor. Bem verdade que não me lembro ao certo como eu era aos 3 anos mas, pela cara de meus pais, dá pra perceber que ela está um pouco mais acelerada. E, de quando em quando, reafirma-se a máxima que "se eu soubesse que era tão bom, teria começado antes". Obrigado por tudo, você tem feito meus dias muito melhores e serei eternamente grato por isso.
Desde setembro do ano passado tenho vivido essa loucura de namorar à distância. 450 km não é nenhum absurdo mas, apesar de já ter feito algumas extravagâncias, não há bolso ou corpo que aguente uma viagem dessa por semana, então o que me resta é programar a próxima partida e segurar a ansiedade, a insegurança e a saudade, enquanto torço pro relógio dar uma mão e acelerar quando não estiver ninguém de olho. Seis meses mais alguns dias nessas condições e, o que me consola, é a certeza de que qualidade é, sem dúvida melhor que quantidade. Bem verdade que bom mesmo seria ter ambas mas, hoje, tendo que escolher, opto, sem pestanejar, pela primeira. Desavenças, diferenças, brigas e discussões, é claro, são inevitáveis, mas necessárias para fazer com que qualquer relacionamento amadureça e ande pra frente e espero, acredito e desejo que seja nesse sentido que estejamos caminhando juntos. A você, Cris, só tenho a agradecer, por conseguir me fazer voltar a perceber o mundo com olhos melhores.
O trabalho dignifica, enobrece e, sem bem planejado, executado, mensurado, avaliado, aperfeiçoado e administrado, deve ao menos dar um lucrinho. Apesar de por (várias) vezez demonizá-lo, (ainda) não canso de dizer que gosto muito so que faço. Aliás, talvez o principal problema do meu trabalho seja que, apesar de prazeroso, realizador e satisfatório, muitas vezes ele acaba sendo egoísta demais e toma muito do tempo que eu teria para dedicar às outras coisas boas da vida. Temos (afinal não sou uma entidade independente) trabalhado pra cacete e, apesar do cansaço, do mau humor e irritação, é bom olhar pra trás e ver as coisas que temos conseguido entregar. Ao olhar para a frente extende-se [sic] uma lista bastante comprida e desafiadora mas, apesar do sofrimento antevisto, as recompensas vislumbradas são bastante compensadoras.
Depois de tanto alardear, planejar e desejar, finalmente voltei a estudar. A um primeiro trimestre desafiador, interessante e empolgante seguiu-se um amornado, com poucas coisas interessantes e um ritmo meio capenga e desempolgado. A coisa boa aqui é que o trimestre já está pra lá da metade e o próximo promete muito, especialmente considerando que já estou, pasmem, conseguindo colocar em prática na agência algumas das coisas que venho aprendendo em aula.
Enfim, OMEBS!
CQD
Nestes último finais de semana tenho passado momentos incríveis com a Baixinha. Cada vez mais esperta, ela anda assustando a todos em casa pela sua incrível percepção para as coisas que acontecem ao seu redor. Bem verdade que não me lembro ao certo como eu era aos 3 anos mas, pela cara de meus pais, dá pra perceber que ela está um pouco mais acelerada. E, de quando em quando, reafirma-se a máxima que "se eu soubesse que era tão bom, teria começado antes". Obrigado por tudo, você tem feito meus dias muito melhores e serei eternamente grato por isso.
Desde setembro do ano passado tenho vivido essa loucura de namorar à distância. 450 km não é nenhum absurdo mas, apesar de já ter feito algumas extravagâncias, não há bolso ou corpo que aguente uma viagem dessa por semana, então o que me resta é programar a próxima partida e segurar a ansiedade, a insegurança e a saudade, enquanto torço pro relógio dar uma mão e acelerar quando não estiver ninguém de olho. Seis meses mais alguns dias nessas condições e, o que me consola, é a certeza de que qualidade é, sem dúvida melhor que quantidade. Bem verdade que bom mesmo seria ter ambas mas, hoje, tendo que escolher, opto, sem pestanejar, pela primeira. Desavenças, diferenças, brigas e discussões, é claro, são inevitáveis, mas necessárias para fazer com que qualquer relacionamento amadureça e ande pra frente e espero, acredito e desejo que seja nesse sentido que estejamos caminhando juntos. A você, Cris, só tenho a agradecer, por conseguir me fazer voltar a perceber o mundo com olhos melhores.
O trabalho dignifica, enobrece e, sem bem planejado, executado, mensurado, avaliado, aperfeiçoado e administrado, deve ao menos dar um lucrinho. Apesar de por (várias) vezez demonizá-lo, (ainda) não canso de dizer que gosto muito so que faço. Aliás, talvez o principal problema do meu trabalho seja que, apesar de prazeroso, realizador e satisfatório, muitas vezes ele acaba sendo egoísta demais e toma muito do tempo que eu teria para dedicar às outras coisas boas da vida. Temos (afinal não sou uma entidade independente) trabalhado pra cacete e, apesar do cansaço, do mau humor e irritação, é bom olhar pra trás e ver as coisas que temos conseguido entregar. Ao olhar para a frente extende-se [sic] uma lista bastante comprida e desafiadora mas, apesar do sofrimento antevisto, as recompensas vislumbradas são bastante compensadoras.
Depois de tanto alardear, planejar e desejar, finalmente voltei a estudar. A um primeiro trimestre desafiador, interessante e empolgante seguiu-se um amornado, com poucas coisas interessantes e um ritmo meio capenga e desempolgado. A coisa boa aqui é que o trimestre já está pra lá da metade e o próximo promete muito, especialmente considerando que já estou, pasmem, conseguindo colocar em prática na agência algumas das coisas que venho aprendendo em aula.
Enfim, OMEBS!
CQD
8.3.07
#*.@.&"$*......
Nada como uma boa briga, só pra fechar com chave de ouro, mais um desses dias de merda...
27.2.07
Cumpleaños
É assim. O tempo passa para todos e, de tempos em tempos, arrumamos um tempo para celebrar o tempo que agora faz parte só de nossas lembranças... Esses últimos doze meses foram muito bons, repletos de fatos dignis de memória e, como bem notou Akamine, apesar de ultimamente só dar as caras por aqui para praguejar, a vida me tem sido bastante gratificante nos últimos tempos. Difícil é lembrar de compartilhar as coisas boas e não só as mazelas. É John, old habits really die hard...
26.2.07
Alimento da alma
Faz já quase um mês que voltei à carteira, mas ainda não consegui entrar no ritmo de aula e, pelo que tenho conversado com meus colegas, isso parece não ser exclusividade minha. Parece que, depois de um primeiro trimestre bastante animado, a adrenalina deu uma baixada e a novidade já não está mais tão divertida. Posso até estar sendo implicante mas ter que escutar, numa segunda-feira bem casca, lá pelas 10 da noite que "roupa de praia vende mais na praia" não é o tipo de estímulo que eu classificaria como estimulante. Nada como marketing, o nome mais belo que arrumaram para falar obviedades sobre o nada.
6.8.06
Casamento
Em algum ponto distante da recente história do ser humano, alguém resolveu que estávamos evoluidos o suficiente para passar o resto de nossas vidas apenas com uma pessoa e assim, bang, estava criada a sagrada instituição do matrimônio.
Hoje, algumas dezenas de séculos depois dessa brilhante determinação divina, estava eu sentado num alvo banco, de mais uma cândida cerimônia de enlace. Ao som dos violinos e violoncelos, que entoavam a Marcha Nupcial saudando a entrada da noiva, não pude deixar de pensar em toda a liturgia que envolve o ritual do casamento: músicas, padrinhos, decoração, buquê, daminhas de honra, juíz de paz e tudo mais me pareceu, de alguma forma um grande teatro, encenado há milhares de anos para satisfazer pequenos caprichos de pessoas que muitas vezes nem têm tanto a ver com os noivos.
Longe de mim querer malfadar o casamento de hoje que, diga-se de passagem, é de um dos casais mais apaixonados que já conheci e que chegaram de fato ao altar, mas todo esse cerimonial, que por vezes mais parece um circo, montado apenas para prestar contas à sociedade, em moldes que nem de perto parecem se preocupar de fato com a felicidade dos noivos...
Hoje, algumas dezenas de séculos depois dessa brilhante determinação divina, estava eu sentado num alvo banco, de mais uma cândida cerimônia de enlace. Ao som dos violinos e violoncelos, que entoavam a Marcha Nupcial saudando a entrada da noiva, não pude deixar de pensar em toda a liturgia que envolve o ritual do casamento: músicas, padrinhos, decoração, buquê, daminhas de honra, juíz de paz e tudo mais me pareceu, de alguma forma um grande teatro, encenado há milhares de anos para satisfazer pequenos caprichos de pessoas que muitas vezes nem têm tanto a ver com os noivos.
Longe de mim querer malfadar o casamento de hoje que, diga-se de passagem, é de um dos casais mais apaixonados que já conheci e que chegaram de fato ao altar, mas todo esse cerimonial, que por vezes mais parece um circo, montado apenas para prestar contas à sociedade, em moldes que nem de perto parecem se preocupar de fato com a felicidade dos noivos...
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