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22.9.25

"Quando foi a última vez que você esteve solteiro?

"Antes de me casar.... Espere, antes disso namorei a Caroline desde o Colégio...


Então... nunca.

Yeah

Você merece um tempo só seu. Ser um pouco imaturo e descobrir quem é você, agora que você é um homem solteiro em LA. Cometer erros, cair de cara no chão. Ficar sozinho.
Eu não gosto de cair de cara no chão nem de ficar sozinho...

Como você sabe?

Ficando sozinho."




Isso é um pouco de como tenho me sentido ultimamente. A vida é boa e agradável, mas parece que falta alguém na minha frente, para compartilhar isso tudo.
A comida está muito boa, o clima agradável e o som aprazível e os aromas amenos. Mas, ao mesmo tempo, parece faltar alguém para poder falar sobre cada um desses assuntos...

19.6.21

Des tiny. Or not

Interessante é perceber como as coisas da vida se misturam e se complementam, dessa forma ao mesmo tempo simples e tão difícil de se explicar. 

Lendo esse post (depois de muito tempo) 
acabo me lembrando dessa outra passagem... ...

...

Aí fico me perguntando: se é "alterável" pode de fato ser chamado de destino?

Alguém aí ja ouviu falar de "Profecia auto-realizável"?

9.1.19

Do you believe in destiny?

Mudanças...
Esse é um dos meus filmes favoritos; ou era; ou é; mas não por enquanto, mais....
Depois de ler a chamada do cartaz (que sequer me lembrava), fico me perguntando se existe, de fato, esse tipo de coisa

“Do you believe in destiny? That even the powers of time can be altered for a single purpose? That the luckiest man who walks on this earth is the one who finds… true love?” 
Bram Stoker, Dracula

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4.5.09

Toda vez que faço viagens longas fico meu perguntando como é que as comissárias conseguem ficar tanto tempo enfiadas nesse tubo de alumínio apertado, cheio de ar seco gelado e ainda manterem o bom humor, mesmo às 3 da manhã...
Talvez, se algum dia, durante suas férias, elas tiverem que ficar 15 horas sentadas na frente do computador, trabalhando, comendo e até dormindo na mesma mesa elas também fiquem se perguntando como é que conseguimos fazer isso...
Se bem que, ultimamente, minha média de horas tem ficado bem longe disso e, mesmo nas piores épocas, nunca precisamos fazer isso 3 vezes por semana, todas as semanas.

18.12.08

"Nem se esforçando você consegue ser pobre..."
Hahah "Vai que pega no olho..."

Se continuarem falando assim vou acabar acreditando...

17.4.08

Harzous food

Ok, ok, se isso tudo é tão perigoso assim, o que vamos comer?

9.4.08

Laundry

Fazia tempo que não tínhamos uma dessas. E, diferentemente das que me lembro, nunca havia me sentido tao no core assim...
Pior que tenho ficado com essa impressão em mais de um lugar nos últimos tempos...
Será que mudei eu ou será que mudaram os tempos?

Falando nele, hoje ouvi uma boa no rádio:
"O tempo não respeita o que é feito sem ele."

Será um daqueles, bem dados, sinais divinos???

11.11.07

Chama mamãe!!!

Acho Sei que já escrevi isso e mais isso por aqui, mas sempre tem aqueles dias em tudo parece ser muito mais difícil, muito mais se me lembrar do que comunmente uso para me enganar, como a certeza de que tudo vai melhorar. Será que estou sendo muito repetitivo?

>>**<<

Às vezes, muitas vezes, quase sempre, ou sempre mesmo, nem mesmo eu me entendo...

>>**<<

Não sei o que é pior:
1) Constatar que as pessoas (geralmente aquelas que realmente importam) têm as mesmas impressões que eu, e perceber que estou mesmo ferrado
OU
2) Ter que fazer toda essa ginástica mental para me convencer de que eles, assim como eu, estão apenas passando por uma daquelas situações onde concluímos algo sem saber tudo o que deverímos...

Pior de tudo mesmo é perceber que o OU, nas verdade é um E...

5.9.07

Pensa, pensa, pensa...

Este final de semana, refletindo dentro de uma igreja, no meio de um casamento, fiquei me perguntando se essa coisa da igreja católica, onde podemos nos arrepender no último momento e assim conseguir nossa tão sonhada passagem para o paraíso não acaba estimulando o pior que temos dentro de nós... Afinal, basta um arrependimento de última hora para se salvar? Podemos fazer as maiores besteiras e atrocidades para, ao final, num ato de fé nos livrarmos de tudo isso? Parece fácil demais, será que alguém mais escolado na doutrina católica poderia me ajudar a entender?

Não sei exatamente qual seria o contraponto para isso, nem tampouco estou defendendo uma ou outra religião mas, pelo que entendo, o budismo ou o shintoísmo ou ambos prega que devemos fazer o bem para evoluírmos e voltarmos como seres melhores na próxima encarnação. Se você faz coisas boas você anda pra frente, se não estagna ou mesmo retrocede (será que existe essa possibilidade???).

Pensando assim as coisas me parecem mais justas mas aí, como sempre, acabam aparecendo aquelas dúvidas cruéis... Será que fazendo muitas e muitas coisas boas, não odiando aqueles que merecem ser odiados, não duvidando dos que claramente estão nos enganando e não questionando os que parecem bem intencionados demais, podemos escolher no que iremos reencarnar?

Sem falsas esperanças, ja estou ferrado mesmo então só espero, na próxima, poder voltar ao menos com uns neurônios a menos... Alguns poucos bilhões.

27.6.07

Questãs

Qual é o grau de medida ou referência que nos leva a crer que nosso sofrimento é maior que o dos outros?

Hoje tá foda, amanhã vai estar foda e nos próximos dias idem.
Ainda bem que o tempo é o senhor da serenidade. Ou não.

4.6.07

Longevidade

É Oreia, você e seus amigos pteridófitos, ficus e pinus vão enterrar a todos nós hehe...

Mas o mais engraçado mesmo é quando me lembro de você falando como seria bom chegar logo no final da linha. Tu deve ser um pusta masoquista mesmo.

17.5.07

Dias Perfeitos

O inverno se aproxima e é impossível não notar que eles, indefectíveis, estão chegando.
Aha. O saudosismo sempre fez parte de mim mas, sempre que olho para o céu de outono, parece que um botãozinho é ligado e ativa uma parte do meu cérebro que trabalha única e exclusivamente para isso...

Qual será o legado que este inverno deixará?

"Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida,
Que os anos não trazem mais!"
Casimiro de Abreu